Jardim diz que lei do pluralismo é "nazificante" e de "iniciativa fascista"

O inimputável fascista exigia duas coisas, além de educação cívica:

1 - Um PSD que se demarcasse da insolência do sátrapa local;

2 - Um presidente da República que soubesse o que foi o fascismo.

Comentários

e-pá! disse…
JM, QUE "PASSO DE MÁGICA"?.O Alberto Joâo Jardim, de vez em quanto, quando de dá na telha, exibe e exalta os seus permaminhos de madeirense.
Confunde povo com comunidade, embora como comunidade existam conformidades e identidades regionais a defender e a preservar.

A comunidade madeirense tem sido fustigada pela diáspora e, aparentemente, o Governo Regional, deveria apoiar toda a imprensa regional, livre, pluralista e democrátrica, que nascesse da sociedade civil.
Ou seja, utilizar a Imprensa como uma ponte de comunicação e de ligação entre a Madeira e o Mundo, - por onde se espalharam, vivem e labutam (duramente) muitos ilhéus.

Não! Alberto João gosta de concentrar tudo e, pior, de controlar todos.
E em vez que promover uma abertura a uma imprensa regional diversificada e aberta, centraliza a sua capacidade de apoio no Jornal da Madeira, onde consome largas fatias do erário público, neste caso, regional. Pior, arranjou uma sofisticado método de transformar a informação regional num lobby de suporte ao poder regional transformando o Jornal da Madeira(JM)num periódico de informação geral de distribuição gratuita, com aumento de tiragem, e a redução do custo da publicidade nele publicada.

Os outros Jornais regionais queixaram-se à Autoridade da Concorrência, mas "isso" não incomoda Jardim.

É, que Jardim reivindicando a sua condição de madeirense é um típico português.
Isto é, mesmo antes de sair a Lei, o homem, já engendrou um esquema para tentar "escapar"..., i. e., "à portuguesa"!Só espero que não tenha cedido as quotas dos madeirenses no JM à diocese, que já era accionista, minoritária, em parceria com o Governo Regional.
Nem quero acreditar que, a prometida fuga de AJJardim à nova Lei do "Continente" seja sustentada pela famigerada Concordata...

É que, assim, seria pior a emenda do que o soneto...

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